Adão Oliveira*
O deputado federal Beto Albuquerque, do PSB, hoje se vê, tomou uma decisão acertada, ao deixar o governo estadual. Não faz muito, deixou a Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seinfra) para reassumir sua cadeira na Câmara dos Deputados. Aqui, ainda que com bom relacionamento com Tarso Genro (PT), Beto foi espezinhado pela “petezada”, que nunca aceitou vê-lo numa posição tão importante, não sendo ligado ao partido.
Irritado, saiu do governo, depois de um bate-boca público com o diretor-geral do Daer, que teimava em não seguir as suas orientações. Antes de deixar a Seinfra, Beto o levou ao olho da rua. No bojo dessa refrega, surgiu uma animosidade com o primeiro-ministro de Tarso, secretário-chefe da Casa Civil, Carlos Pestana (PT). Pestana se contrapôs a algumas ideias de Beto, e os dois se estranharam. Sem ambiente, fez as malas e seguiu para Brasília.
Mesmo assim, Beto deixou o governo prestigiado. Assumiu a Secretaria de Infraestrutura e Logística Caleb de Oliveira, presidente do diretório regional do PSB. Na capital federal, o articulado Beto Albuquerque se fez líder de seu partido na Câmara. Sua atuação foi destacada a ponto de se tornar homem de confiança do candidato do PSB à presidência da República, Eduardo Campos, a quem pouco conhecia. Seu papel ao lado de Campos é da maior importância.
É Beto que organiza a agenda nacional do candidato. Foi Beto que o trouxe ao Rio Grande e será Beto que erguerá um palanque socialista de apoio a Eduardo Campos no Estado. O Partido Socialista Brasileiro, parceiro de primeira hora de Tarso Genro, lá atrás, quando o hoje governador organizava suas alianças para concorrer ao Piratini, está prestes a deixar o governo estadual. Caleb de Oliveira voltará às lides partidárias. Quanto a Beto Albuquerque, ele tanto pode ser candidato a governador quanto a senador, dependendo de futuras composições. Tem bola para isso.
Quem assistiu ao programa do PSB, no horário político gratuito, reparou que o deputado gaúcho está “bem na foto”. A simples participação no programa mostra claramente a sua importância para a pretensão de Eduardo Campos. Depois do governador pernambucano, ninguém é mais importante no PSB do que Beto Albuquerque.
Mesmo assim, Beto deixou o governo prestigiado. Assumiu a Secretaria de Infraestrutura e Logística Caleb de Oliveira, presidente do diretório regional do PSB. Na capital federal, o articulado Beto Albuquerque se fez líder de seu partido na Câmara. Sua atuação foi destacada a ponto de se tornar homem de confiança do candidato do PSB à presidência da República, Eduardo Campos, a quem pouco conhecia. Seu papel ao lado de Campos é da maior importância.
É Beto que organiza a agenda nacional do candidato. Foi Beto que o trouxe ao Rio Grande e será Beto que erguerá um palanque socialista de apoio a Eduardo Campos no Estado. O Partido Socialista Brasileiro, parceiro de primeira hora de Tarso Genro, lá atrás, quando o hoje governador organizava suas alianças para concorrer ao Piratini, está prestes a deixar o governo estadual. Caleb de Oliveira voltará às lides partidárias. Quanto a Beto Albuquerque, ele tanto pode ser candidato a governador quanto a senador, dependendo de futuras composições. Tem bola para isso.
Quem assistiu ao programa do PSB, no horário político gratuito, reparou que o deputado gaúcho está “bem na foto”. A simples participação no programa mostra claramente a sua importância para a pretensão de Eduardo Campos. Depois do governador pernambucano, ninguém é mais importante no PSB do que Beto Albuquerque.
O programa do PSB exibido na quinta-feira passada em rede nacional de TV fazendo críticas ao governo Dilma Rousseff (PT) mostra que o governador pernambucano, Eduardo Campos, está definitivamente se bandeando para a oposicão. No programa, Campos critica a gestão da presidente Dilma nas áreas econômica, social e na questão federativa, que tem sido, também, marca do discurso do tucano Aécio Neves, outro pretendente à presidência da República em 2014. Campos pode também concorrer à presidência e, desde já, tenta se desgarrar do governo, embora seu partido ainda ocupe cargos.
*Colunista Jornal do Comércio
Fonte: Jornal do Comércio

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