*Wilson Pedro Lill
O Brasil precisa, urgentemente, de renovação e de pensamentos em novos moldes
especialmente para a economia.
Partidos organizados e em fase de maturação tem a tarefa imperativa de assumir
o protagonismo para construir e reconstruir essa visão. O PSB tem se mostrado
um partido, pelos seus quadros e gestões em andamento, capaz de liderar esse
processo.
Portanto, ascender à classe média, possuir um automóvel, adquirir uma casa do
programa “minha casa, minha vida”, passar numa seleção do ProUni ou ainda ser
beneficiário do bolsa família, não pode e não devem ser os únicos objetivos e
sonhos alcançáveis em detrimento de um ideal de transformação da sociedade, que
a cada dia mostra-se mais egoísta e mais individualista. A erradicação da fome
e da miséria não se faz só com isso. Queremos e podemos mais.
Diz o deputado Beto: “A discussão do pacto federativo pressupõe que compreender
melhor a sua essência e a importância dessa pauta é estratégico para dar um
novo impulso ao desenvolvimento do País. Trata-se de algo menos complexo do que
parece. O pacto federativo define as funções de cada ente federado (União,
estados e municípios), ou seja, quem faz o que e de onde sai o dinheiro. Nas
últimas décadas, o Brasil foi constituindo um sistema que centralizou a maior
parte do bolo tributário na União – e pulverizou responsabilidades. Em 1988, a
União repassava a estados e municípios 88% de tudo o que arrecadava. Hoje,
apenas 36%. O resultado é conhecido há um bom tempo: muito recurso e muito
poder com o governo federal; pouco recurso e pouco poder com estados e
municípios. Consequência: estados endividados e municípios atados a emendas
parlamentares e favores políticos”.
Eduardo Campos – governador de Pernambuco – falando a mais de 150 vereadores no
dia 27/05/2013 diz: “O PSB vem crescendo e amadurecendo. Está se propondo a
ouvir mais e mais o povo para construir as saídas políticas e econômicas para o
país”.
O PSB entende que a existência de um partido politico só se justifica, se este
tiver projeto de poder, para, “poder mudar a vida das pessoas para melhor”. É
necessário que recriemos um ambiente de novas perspectivas e de futuro
promissor tanto para os setores médios da sociedade quanto para aqueles que
ainda não atingiram as benesses conquistadas na última década. Isto é tarefa
daqueles que ainda acreditam em transformações e que a politica é a ferramenta
ideal para tanto. Ser esta alternativa é o caminho para o PSB. Esse parece ser
também o caminho irrevogável para a militância do PSB: a acreditar que chegou a
sua vez de protagonizar esse processo e de governar o país. Nomes preparados
para apresentar ao Brasil, o partido possui.
Pense!
Opine!
*Padre e Vereador
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| Beto Albuquerque, Pe. Wilson e Eduardo Campos |


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